quarta-feira, 28 de maio de 2014

Entre nós


Com António Costa o PS podia sonhar com maioria absoluta, mas quando a esmola é grande o pobre desconfia. De populismos e mediatismos estão a política e a história cheias. Podem alegar, "ah, mas não é Santana Lopes". Pois não, é um afável altissonante. O presidente da câmara tem um discurso claro, muito articulado, e parece inteligente nas análises que faz à situação atual mas um político de fundo não deita bombinhas. Vai à luta, ganha o aparelho, lida diariamente com militantes e o partido. O país precisa mais de cumpridores de horários e regras do que políticos extemporâneos.
 
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