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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

À vossa, cristos!

As tardes já têm mais meia hora. As manhãs não, o dia cresceu menos para o alvorecer, porque sabendo da preguiça dos homens, o sol dá-lhes mais noite no quentinho da cama. Mas não é assunto que mereça agora rigor, é mais urgente o "efeito Mandela". Eusébio morreu, em parte, devido aos constantes e carinhosos convívios, das homenagens, dos reconhecimentos "de copo". Teria ele consciência do preço daquele estilo de vida?, que o mito o impedia de recusar qualquer ritual de sublimação? Consciente ou não, aparentemente perdoou-nos à mesa como nos terá perdoado em campo sempre que jogava injetado. Até já, herói.
 
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domingo, 5 de janeiro de 2014

Morreu "a bola"

Pense-se no recente jogo contra a Suécia, na prestação do Ronaldo, na alegria e no orgulho que sentimos... Na década de sessenta foi praticamente assim com todos os jogos do Eusébio, da seleção e do Benfica. O mesmo dramatismo. Dez anos de jogos como o da Suécia, é o que a juventude d'hoje deve saber sobre o maior jogador português de todos os tempos. Foi o herói que deu emotividade à industria: o povo sentia-o seu, humilde e fiel, e "nunca" foi estrangeiro. Se a Amália era a voz, o Eusébio era o coração. Panteão, já.
 
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