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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
Popstar
Ronaldo está a passar pelo que Beckham passou, anúncios atrás de anúncios, compromissos comerciais e próprios do "star system", etc., as consequências só podiam ser também beckhianas, um quilinho a mais, tempo de recuperação de lesões muito longo e, sobretudo, sub-rendimento desportivo. António Costa, porém, é dos três, o caso mais bicudo.
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sábado, 31 de maio de 2014
Cidadãos ricos ou um país de bêémes
Relativamente ao chumbo constitucional do "corte de despesas" e o empurrão que isso significa na subida de impostos, não consigo perceber a desilusão de alguns. Portugal não tem uma cultura de impostos, em primeiro lugar devido à perpétua e suposta pobreza do povo, e em segundo lugar porque isso exigiria um estado - um país -, superiormente organizado. Quando soubemos que Bergman "abandonou a pátria" para fugir aos impostos, achámos o motivo exótico. Portugal, a acontecer-lhe um agravamento tributário começará a escrutinar e a exigir melhor estado (e ao contrário do que pensam muitos, eu julgo que a economia paralela seria mais pressionada). É agora que chegamos ao exotismo da social-democracia? Empurrãozinho daqui e dali vamos percebendo que para sermos ricos bastam-nos boas escolas, hospitais e tribunais e, no fim, uma bicicleta bem boa.
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
Entre nós
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
Xeque ao rei
As "europeias" deram xeque-mate ao líder da direita, o presidente da república. Podemos discordar na análise do mano-a-mano entre o PS e a Confederação do mal e termos opiniões diferentes na comparação com as "europeias" de 2009, por exemplo. Mas além dos números há também conclusões políticas. De substância, como dizem os legistas. E neste tabuleiro naturalmente político, além da derrota histórica, assumida, dos neoliberais, há claramente uma vitória revolucionária das ideias opostas à austeridade pura. É no somatório dos votos de esquerda que Cavaco Silva é agazulado*: ou convoca "legislativas" para breve ou "governa" antidemocraticamente. Mais, ...nada.
*Agarrado pelo pelos colarinhos (Trás-os-Montes)
*Agarrado pelo pelos colarinhos (Trás-os-Montes)
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Voyeur
Não devo ser o único que faz desenhos para não endoidecer, mas tudo começou por ser uma simples atividade tapa-poros (poro=interstício da vida). As reuniões ou formações de trabalho, por exemplo, eram perpassadas a pés, bocas e caretas; só mais tarde comecei a desenhar em blocos, não sei precisar quando mas creio que antes do boom dos sketchers. Tenho dezenas de blocos, uns só a caneta (uni-ball, 1,40 € na papelaria da escola), outros temáticos, outros ainda em tons de cinza (conjuntos de canetas Faber-castell), e até tenho desenhos com graxa de sapatos. Os mais comuns, no entanto deverão ser os de café. Curiosamente (ou não: revela uma falha autodidata), não uso muito as aguarelas, técnica modal dos desenhadores urbanos. Recentemente utilizo o Gimp, uma ferramenta pobre para abonecar o desenho e colocar na interneta. É o caso de hoje: o traseiro da Benedita, visto do Casal da Marinha.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Abril, 2014
Encadeado pela luz de Deus, mas com desdém pelo homem, Salazar disse, um dia, que os americanos eram iluminados pela luz elétrica.
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
"Tempos" diferente
Em adulto não me lembro de ter desenhado com lápis e esfuminho; no entanto era a minha técnica preferida em garoto. Aliás, aprendi a desenhar imitando um colega de escola que sombreava maravilhosamente. Foi pois, com alguma expetativa que peguei neles para retratar o Tozé. Nunca mais, é uma técnica difícil e pouco prazerosa; e requer mais tempo. Mas ao mesmo tempo foi engraçado porque este regresso ao passado longo, apagável e corrigível deu-me uma certa nostalgia. Na macieza do lápis e da borracha o mundo até me pareceu dúctil. Volto à realidade dura, inexorável e rápida do presente, com os rabiscos de caneta, aliviado mas infeliz.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Café central
Tudo começou com um toalhete, à espera da conta. Nele desenhei, em tamanho paisagem, a garrafaria, o balcão e o Jacó. Nada que o rabiscado merecesse mais que uma risada, só que, ainda lá está, teimoso, numa prateleira entre copos e garrafas, há anos, como se de uma grande obra se tratasse. Foi para retribuir tanta generosidade que retratei, então, um a um, "Os Carmos". Só falta o Tozé. Continuam a ser desenhos rápidos, mas agora com os rostos bem visíveis como é praxe e público dos cafés portugueses. Quando houver tempo, seguirá também um apolíneo texto sobre o papel central que "Os Carmos" desempenharam no desenvolvimento do mundo.
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