...E pormenor interessante é a pena, de fino recorte.
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
domingo, 30 de dezembro de 2012
Atualização
Neste carnaval como não tinha projetos inaugurei um caderno fininho e transcrevi partes de poemas de Reinaldo Ferreira e ilustrei-o só com popós. Gosto de Reinaldo Ferreira, até pelo esforço formal que fez, do qual se saiu razoavelmente (digo eu). O caderninho mesmo assim não ficou completo e às tantas entrou em perda: rebusquei versos entre os que menos gostava e de popós grandes e alguns até com alfaias, passei a veículos urbanos pequenos. Descalabro. Esta conversa toda para chegar à cidade: ...que vi uma piquena boa como o milho.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Ressuscitei
Bom dia. Venho dar uma voltinha. A oeste, onde o sol se põe, há um paredão de nuvens. Não sei ler sinais da atmosfera, só quando chove sei que chove, nem creio que alguém saiba, muito menos através dos ossos. Na paragem do autocarro, uma sábia vendo as nuvens, disse: daquele lado é o mar. Todos nós acreditámos mas permanecemos mudos e quietos à espera do transporte da carris.
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Antígonas. Em pelo menos dois posts referi-me a este mito clássico: um, integrado no caderno "Londres 1984" e o outro, para comentar uma obra de Freud que relacionava psicanálise e humor. Por causa deste último post - onde fiz alusão à forma jocosa e ambígua como os jornais alemães titularam o que seria a primeira representação da Antígona em Berlim (teria pouca antiguidade), - lembrei-me da versão de Brecht que a localizou precisamente nesta cidade: Polinices é um adolescente que desertou do exército alemão, tendo sido posteriormente torturado e executado pelos SS e, claro, para cumprir o mito, o seu corpo ficou insepulto. Noutro post mais recente sobre mitos e cinema - ...mas a teoria literária é que gosta muito disto, vejam os famosos cânones ocidentais cheios destas relações, e a ideia comum de que tudo o que se escreve já foi escrito na Grécia antiga -, não me referi à Antígona, recordo agora um bom filme, "a noite da iguana", cuja personagem interpretada por Deborah Kerr é baseada no mesmo mito.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Céu amoral
Desenhar no céu a coroa de Basquiat é traçar a coroa de um ananás no muro. As mesmas tintas, as meias tintas.
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