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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Só algumas se vestem para negociar



Abri o blogger a pensar escrever sobre essa oira, a paixão. Mas de repente, decidi adiar as respetivas cinco linhas por ser muito imaturo em relação ao tema. Então, aqui vai mais um pouco de futebol. Não há nada a fazer, cada vez que o Benfica joga, joga contra 22. Isto é bem pior do que três equipas na cama, se uma delas só arbitrar. O problema é que o Porto equipa-se e joga de assobio, o que, somados aos outros onze adversários nomeados, perfazem 22 contra o Benfica em cada jogo. Lima, vales por quantos?
 
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nada vem do nada


Embora pareça não é um catálogo de azulejos
 
Já meti as mãos no material de Londres. Entretanto morreu o meu vizinho - mais uma estrela no céu, caramba -, e continuo com obras na Casavelha. O motor de submersão do poço tem a bobine derretida (motor pró caralho), os dias encurtam, a natureza transforma-se e eu, redondo, rebolo. Tanto, que já nem dou conta que os bébés estão crescidos.
 
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sábado, 15 de setembro de 2012

Mais ponto, menos ponto.


 
Medida e meia
 
Um casal de camponeses quis defazer-se do gato. Como moravam na serra algarvia o homem levou o animal para lá da ribeira e abandonou-o. À noite, como se nada fosse com ele, o gato dormitava na soleira da porta dos donos. No dia seguinte, o camponês meteu o gato num saco e levou-o para mais longe, e aí ficou o felino. E mais uma vez o gato voltou, são como um pêro. Irritado, o marido andou horas e horas pela serra, galgou montes, atravessou vales, deixou a picada, saíu do caminho de pé-posto e embrenhou-se por pinhais até que, achando-se no fim do mundo, largou o bichano: "ksss, vai".  Missão cumprida, mas história a meio: a mulher ia caindo do baloiço quando viu, primeiro o gato e logo a seguir o marido, chegarem cheios de pó. Para os leitores menos atentos à ordem desta chegada é melhor trocar por miúdos: o homem, como não sabia o caminho de regresso a casa, seguiu o gato.
 
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ARTÉ



===///IIIO\\\===
 
A originalidade portuguesa é a sua nada surpreendente passividade. Trata-se de um atavismo, como certos animais que, face a um predador, se recolhem. Séculos e séculos assim. A história de Portugal resume-se num título: entre a espada e o mar. Algumas adaptações, como a emigração, não orgulham mas não envergonham, outras, a esmola e a sopa dos pobres...
 
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Quase design

 
III---III---III
 
ARTÉ . É a medida do homem, é figurativo, são riscos, quadrados, e não tem textos. E é um caderno de Agosto de 2012.